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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2006

Conversando comigo mesmo

                                                       

Às vezes, quando caminho triste e com a cabeça cheia de problemas e confusões,
é quando começo a perceber como nossa rotina diária é fútil e sem paixões.

Por que as pessoas complicam tanto nossa vida?
Por que para a maioria é preferível fazer de cada vida um inferno?
Um inferno banhado em orgulho,
outro inferno banhado em fofocas, corrompendo a divindade da alma.

Um imenso deserto de cumplicidades.
Um labirinto perdido de banalidades.

Frio e metálico como a ponta ameaçadora de uma lança,
absolvendo os culpados e amaldiçoando os inocentes, num frenesi impetuoso e sarcástico, às vezes sequer notado, por aquele mesmo que sentenciou, o destino de um condenado.

São nessas horas frias e solitárias
que mesmo estando numa metrópole,
no meio de seres semelhantes a mim
sinto-me sozinho e não lhes tenho confiança.
E assim é difícil divisar a esperança
que a cada dia está mais longe do fim,
como um caminho escuro e um chão mole,  que insiste em impregnar-se por toda a área.

E sigo caminhando solitário, até que vejo o sol escondendo-se na linha do horizonte,
a noite cai silenciosa e as estrelas iluminam a minha senda, fazendo-me notar minha micro-pequenês.

Afinal não sou nada!
Não tenho nada!
Não possuo nada!
Exceto a minha própria alma...!!

Dona das minhas verdades e das minhas mentiras, dona do meu amor e do meu ódio,             dona da minha paixão e da minha frieza...
Sim, ela é dona de todas as minhas sensações,
de todos os meus pensamentos,
de todos os meus momentos,
vividos nos extremos das minhas emoções.

Compreendo que sou energia,
energia manipuladora,
energia construtora
do bem oudo mal.

Quero muito cuidar de mim,
cuidar da minha alma,
dando-lhe bons alimentos,
através de bons pensamentos,
para vê-la crescer livre e desempedida
dos vícios muitas vezes escusos,
fabricados nos laboratórios ocultos,
do meu próprio egoísmo e da minha perfídia
..

Hassin Ghannam


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Cláudia às 08:54
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